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O objetivo da Hope é construir e manter um abrigo para animais que serão cuidados por pessoas em situação de rua que terão a oportunidade de um EMPREGO DIGNO.

Uma sólida campanha de adoção, além de capacitação e profissionalização dessas pessoas.

O abrigo será um lar temporário para animais abandonados e doentes, com o compromisso de encontrar moradias permanentes por meio de programas online inovadores e campanhas públicas.

Na página “animais resgatados” você consegue encontrar todos nossos animais que se encontram disponíveis para adoção. Para adotar, basta preencher nosso formulário com seus dados pessoais, para que possamos analisar o perfil.

Fonte: http://abrigohope.org/

Monsenhor Júlio Renato Lancellotti (São Paulo, 27 de dezembro de 1948) é um sacerdote católico brasileiro, monsenhor e pároco da Igreja São Miguel Arcanjo no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo. Além da paróquia, o monsenhor também é responsável pelas missas realizadas na capela da Universidade São Judas Tadeu, situada no mesmo bairro.

Ordenado sacerdote em 20 de abril de 1985[1], é responsável Vigário Episcopal para o Povo da Rua Arquidiocese de São Paulo que ajuda moradores de rua. É Doutor Honoris Causa pela PUC-SP e recebeu no Rio de Janeiro o Prêmio Alceu Amoroso Lima das mãos do reitor da Universidade Candido Mendes.

Sempre dedicou sua vida ao trabalho social. É formado em pedagogia e teologia. Foi professor primário e universitário e trabalhou no Serviço Social de Menores, que se transformou na Secretaria Municipal de Assistência Social. Participou com Dom Luciano Mendes de toda a fundamentação da Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo. Participou dos grupos de fundação da Pastoral da Criança e colaborou na formulação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Atua junto a menores infratores, detentos em liberdade assistida, pacientes com HIV/Aids e populações de baixa renda e em situação de rua. Acredita na pessoa humana acima de tudo, “como imagem e semelhança de Deus” e considera que todos os cidadãos que devem ter seus direitos respeitados.

Em 26 de julho de 1991, fundou a “Casa Vida I” e, posteriormente, a “Casa Vida II”, para acolher crianças portadoras do vírus HIV. Como vigário episcopal do Povo da Rua da Arquidiocese de São Paulo, está à frente de vários projetos municipais de atendimento à população carente, como é o programa “A Gente na Rua”, formado por agentes comunitários de saúde, ex-moradores de rua.

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil deu-lhe o Prêmio Franz de Castro Holzwarth em 2000 por seu trabalho contra a violação sistemática dos direitos das crianças e dos adolescentes.[2]

Em 2003, a Casa Vida recebeu o Prêmio OPAS, da Organização Pan-Americana da Saúde.

Em 2004, o Movimento Nacional de Direitos Humanos concedeu-lhe o Prêmio Nacional de Direitos Humanos.[3]

Também em 2004, a Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de São Paulo ganhou o Prêmio Nacional de Direitos Humanos, na categoria livre.[4]

Em 2005, Pe. Júlio recebeu menção honrosa do Prêmio Alceu Amoroso Lima Direitos Humanos.[5]

Em 2007, o Pe. Júlio recebeu o Prêmio dos Direitos Humanos promovido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, na categoria “Enfrentamento à Pobreza”.[6]

Pe. Júlio é ainda Doutor Honoris Causa pela Universidade São Judas Tadeu (2004)[7] e pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

http://www.padrejulio.com.br/

Fonte: Wikipedia

O Di Alma honrando o objetivo de ajudar todas as pessoas em extremo estado de vulnerabilidade esteve no dia 01.05.18 no largo do Paissandu levando alimentos, roupas e fraldas para a famílias que foram vítimas do incêndio e da queda do Edifício Wilton Paes de Almeida.

 

O morador que desapareceu em meio ao desabamento e às chamas do edifício Wilton Paes de Almeida se chama Ricardo Oliveira Galvão Pinheiro, de 39 anos. O R7 conseguiu a confirmação da identidade e das fotos por meio de documentos de Ricardo Pinheiro, depoimentos de amigos e familiares e o testemunho do sargento Diego Pereira da Silva Santos, do Corpo de Bombeiros, que tentava resgatar o morador segundos antes da queda.

À produtora da RecordTV Marcella Larocca, o sargento disse acreditar que, tanto pelas tatuagens como pelo olhar, Ricardo se trata da única vítima oficialmente considerada desaparecida na tragédia do Largo do Paissandu.

“Estava muito escuro, mas é quase impossível esquecer este olhar”, disse o sargento Diego.

Ricardo acabou ficando preso dentro do prédio em chamas em uma das muitas vezes que entrou para ajudar a resgatar vizinhos. Em uma das vezes, foi visto carregando quatro crianças.

Segundo o auxiliar de limpeza Cosme Alexo da Silva, 53 anos, que mora em uma ocupação vizinha, Ricardo teria ido do 7º para o 8º andar para ajudar duas crianças gêmeas e a mãe delas, uma coletora de material reciclável identificada como Selma. Moradores acreditam que a mulher e as crianças também estão no meio dos escombros.

Rauan Costa Neto, que mora em outro edifício próximo do que desabou, conhecia Ricardo, mas não soube dizer seu sobrenome.

 “Eu espero que agora que divulgou quem ele é, a família apareça”, disse Rauan.

Ricardo teria uma irmã que trabalha em uma lanchonete no Centro, mas ainda não foi localizada. Ele também teria 7 filhos — 6 meninas e 1 menino.

“Eu conhecia ele porque a gente trabalhava junto. Fazia carga e descarga de contêiner, com coisas da China, bolsa, brinquedo, essas coisas”, conta Rauan. “Segunda mesmo a gente descarregou um caminhão na 25 de março.”

De acordo com Cosme, Ricardo era “uma pessoa trabalhadora, que vivia de casa para o serviço, nunca via ele na ocupação”. O auxiliar de limpeza conta que a vítima do incêndio saía de casa no fim de tarde, buscava seu companheiro de trabalho na outra ocupação e ia para o serviço.

Pelas fotos em seu perfil no Instagram, Ricardo era um apaixonado por patins. São várias fotos e vídeos dele e amigos patinando. Em um dos posts, Ricardo aparece patinando dentro de um vagão do metrô. Ele cai, rindo muito, e vários amigos brincam com ele.

“Ele gostava muito de plantas. O apartamento dele era cheio de plantas. E de gatos”, contou Rauan.

Ricardo também gostava de fotografar paisagens, como do Parque do Ibirapuera e da janela do prédio que, tragicamente, desabou sobre ele segundos antes de o sargento Diego conseguir resgatá-lo.

Fonte: r7.com

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