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Não se pode chegar perto dos oito filhotinhos da cadela Clara, nascidos há cerca de três semanas. Como boa mãe, ela não quer ninguém mexendo com sua prole. A família ficou balançada por perder o lar de uma hora para a outra. No último dia 19, a cadela e seus bebês foram largados na frente da ONG Cão sem Dono, em Itapecerica da Serra, dentro de uma gaveta, com um punhado de ração. O canil da instituição, com capacidade para 210 bichos, está superlotado, com mais de 370 cães. “Mesmo sem condições, não tivemos outra opção a não ser acolher esses novos pets”, afirma o diretor Vicente Defini.

Não é a primeira vez que uma cena dessas ocorre por lá. Essa é uma realidade comum no dia a dia das entidades do tipo e na cidade como um todo. Os descartes acontecem também em parques, praças, estradas e portas de pet shops. Nem os hospitais veterinários públicos escapam. Há quem interne o bichinho doente e não volte nunca mais.

De acordo com um levantamento realizado por VEJA SÃO PAULO em dez das principais instituições atuantes nessa causa na capital, pelo menos 500 pets são resgatados das ruas por mês, uma média de dezesseis por dia, ou cerca de 6 000 por ano. Grande parte deles já teve uma casa e foi abandonada pelo dono, segundo os profissionais dessas ONGs. Trata-se apenas de uma amostragem. O problema, de acordo com os especialistas, certamente é muito maior.

Não existem estatísticas oficiais a respeito do assunto, pois contabilizar a população de animais desamparados configura tarefa bastante difícil. “Eles costumam se concentrar em áreas de limpeza escassa e com abrigo, como terrenos baldios e construções”, afirma Ricardo Augusto Dias, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. Além disso, alguns têm endereço fixo, mas contam com acesso à rua, outros estão perdidos e há os chamados “cães comunitários”, cuidados por diversas pessoas.

Os casos de pets que já tiveram dono, mas viraram “órfãos”, são de cortar o coração. Mesmo com a difusão da ideia de considerar os bichos como integrantes da família, algumas pessoas ainda seguem a direção de percebê-los como mercadorias, que, consequentemente, podem ser descartadas. “Já ouvi os motivos mais absurdos de tutores para desistir das mascotes, do naipe de ‘fiquei grávida’ ou ‘comecei a namorar e minha parceira tem medo’ ”, diz a ativista Luisa Mell, cujo instituto recebe cerca de 500 pedidos de resgate diariamente.

Os períodos de férias e festas de fim de ano acumulam recordes, pois os proprietários vão viajar, não têm com quem deixar os amigos de quatro patas (ou não querem gastar com os hoteizinhos) e optam pela medida extrema do descarte. “Nunca me esqueci de quando fui procurada por uma mulher que ia se mudar de casa e queria deixar comigo seu cachorro de 10 anos. Como pode jogar fora um companheiro de uma década?”, espanta-se Luisa.

No fim do ano passado, sua equipe encontrou, no bairro da Penha, uma casa com quarenta cães sem supervisão. A mulher do antigo morador havia morrido e o rapaz resolveu trancar o espaço e dar no pé. Vizinhos alimentaram o grupo até a ação de salvamento da entidade. Uma das fêmeas resgatadas, batizada de Lobinha, acabou adotada pela fotógrafa Bárbara Valente e seu marido, Rodrigo. “No começo, ela tinha muito medo, mas evoluiu bastante”, alegra-se a mulher. Não é raro flagrar uma ação irresponsável de descarte na capital.

Em agosto, a produtora de moda Juliana Rebecchi visitava seus pais, no Imirim, quando suspeitou de um carro que se movia lentamente pela rua. Demorou pouco tempo para o motorista jogar pela janela do veículo uma cadela de cerca de 1 ano. “Não acreditei no que estava vendo”, conta Juliana. Quando percebeu o sumiço definitivo do condutor, a moça apanhou a vira-lata e a levou à pet shop. Descobriu que Lara, como foi batizada, estava prenhe. Hoje, Juliana vive com o filhote Shoyu e sua mãe, além de dois gatos. “Ela ficou triste durante muito tempo, chorava e procurava pelo antigo dono”, lembra.

Nem só as mascotes sem raça definida acabam rejeitadas. “Às vezes, as pessoas compram os pets com pedigree por impulso ou para estar na moda”, acredita Vanice Orlandi, presidente da União Internacional Protetora dos Animais. “Aí, por causa de algum desvio de comportamento, gestação, doença ou idade avançada, elas os deixam de lado.” Entre os 900 moradores do abrigo no Canindé, aparece um pastor alemão bravo chamado Déjà Vu. O nome surgiu pelo fato de ele ter sido adotado e devolvido duas vezes. O agressivo american staffordshire terrier Thor, encontrado amarrado em uma árvore, também amarga o isolamento. “Dá para entender que se trata de um momento de desespero dos donos, mas nada justifica largar os bichos por aí”, diz Vanice.

O abrigo do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da prefeitura, em Santana, não recebe qualquer animal, apenas aqueles sem dono que representam grande risco à sociedade ou se encontram em estado terminal. Ou seja, caso alguém não queira mais cuidar de sua mascote, depende de alguém topar adotá-la ou da disposição das ONGs, sempre superlotadas, para recebê-la. A dificuldade acaba incentivando o crescimento da população de rua.

“O tema é mais complexo do que se pode imaginar e envolve a sensibilidade das pessoas”, entende Rita de Cássia Maria Garcia, pesquisadora do assunto e veterinária docente da Universidade Federal do Paraná. “Os animais abandonados fazem parte, de alguma maneira, da parcela excluída da sociedade. Em um universo que se acostumou com a presença de crianças nas ruas, como avançar na questão dos bichos?”

O abandono cria um problemão de saúde pública para a capital. Os cães e gatos podem transmitir doenças, como raiva e leishmaniose, e causar acidentes. Um dos modos mais utilizados para tentar conter esse grupo é a castração, a fim de evitar a reprodução descontrolada. Protetores independentes, ONGs e o CCZ costumam promover mutirões. O órgão municipal, no entanto, só realiza as cirurgias em indivíduos com um responsável definido — no ano passado, ocorreram 805 procedimentos em cães e 1 730 em felinos.

O ativista Eduardo Pedroso atua por meio da ONG Bicho Brother com esterilizações em um cemitério na Zona Leste, ponto comum de descarte. “Não há vigilância alguma”, explica ele. Durante os dois anos e meio de seu trabalho voluntário, aproximadamente 200 bichanos foram beneficiados. Em uma conta básica, um casal de felinos pode gerar centenas de descendentes em três anos.

Na terra indígena instalada próximo ao Pico do Jaraguá, a população também sofre com a questão. Cerca de 800 cães e gatos perambulam por ali. Principalmente à noite, carros passam pelas vias ao redor para desová-los. O hábito piorou ainda mais o quadro de uma área extremamente pobre. Há ações veterinárias periódicas no local, mas insuficientes para sanar o problema.

Além da castração, a educação sobre posse responsável aparece como aspecto fundamental para atenuar a situação. Pouco adiantam os mutirões se os donos continuam largando os pets indiscriminadamente. Ao adotar, deve-se saber que os animais têm necessidades, provocam gastos, trazem comportamento imprevisível e vivem por muitos anos. “Promovemos campanhas focadas na conscientização com o objetivo de tentar mudar essa realidade”, afirma a secretária estadual do Meio Ambiente, Patricia Iglesias. No fim de 2015, por exemplo, sua pasta promoveu no Parque Villa-Lobos, em Pinheiros, um evento em que os tutores podiam tirar dúvidas sobre os cuidados com os pets.

O abandono de gatos na área da Fundação Parque Zoológico, na Água Funda, ocasionou uma crise na instituição. Há alguns anos, o espaço virou ponto de descarte de felinos. “As pessoas os deixam aqui, achando que o zoo é o paraíso das espécies, que todas serão cuidadas por nós”, conta a bióloga Kátia Rancura. “Mas não temos estrutura, e isso causa um desequilíbrio ambiental.”

Os bichanos caçam e são caçados pelos animais mantidos em cativeiro. Predam principalmente aves (acabaram com os marrecos), mas também répteis e anfíbios. Além disso, transmitem doenças por contato, através das fezes — como a toxoplasmose, que já matou dois primatas — ou mesmo da saliva, quando abocanham a comida dos recintos. Chegaram a arranhar frequentadores. Mas também caem nas garras de tipos como o lobo-guará e a harpia, uma espécie de gavião. Já houve casos de gatos que foram atacados na frente dos visitantes, causando certo choque aos frequentadores de passagem por lá.

Em 2011, a administração do lugar começou um projeto de esterilização, vacinação e microchipagem, que contemplou 200 indivíduos. Alguns deles acabaram adotados por funcionários, mas outros se mostravam selvagens demais e retornaram à mata. “Ainda neste ano, voltaremos com a ação, agora em parceria com ONGs, para ajudar a conseguir um lar para eles, e investindo na conscientização da população”, afirma Cauê Monticelli, outro biólogo da equipe do local.

Em São Paulo, o ato de abandono pode se enquadrar em uma lei estadual que estipula multa de 3 000 reais. Uma sentença mais severa, no entanto, depende de um juiz que, no âmbito federal, enquadre o caso como crime ambiental, por maus-tratos ou abuso dos bichos. Se condenado, o infrator pode pegar de três meses a um ano de cadeia. “Nunca vi alguém ir para a prisão por causa disso”, afirma Vania Maria Tuglio, promotora do Gecap, departamento do Ministério Público que investiga denúncias ligadas ao meio ambiente. “A lei muito branda incentiva essa atitude contra os bichos.”

COMO DENUNCIAR

› O abandono de animais, na esfera municipal, constatado pela Guarda Civil Metropolitana (tel. 153) configura infração administrativa. Cabe multa de 100 reais.

› No âmbito estadual, os responsáveis devem ser multados em 3 000 reais por ação da Polícia Militar. › O fato pode se encaixar na Lei Federal de Crimes Ambientais, no artigo que se refere a maus-tratos e abuso, com pena de três meses a um ano de detenção, mais multa.

› Para denunciar, ligue para o 190 da Polícia Militar, telefone diretamente para a Polícia Ambiental (tel. 0800-132060) ou entre em contato com o Gecap, do Ministério Público (gecap@mpsp.mp.br). O Disque-Denúncia (tel. 181) também pode ajudar.

› Reúna o máximo possível de evidências para identificar o infrator e provar o ocorrido, como vídeos e fotos do abandono e os dados da placa do carro, por exemplo.

Fonte: Revista Veja

 

Dois moradores de rua foram encontrados mortos na madrugada desta segunda-feira (21) em São Paulo. O IML ainda não confirmou a causa das mortes, mas há suspeita de que não tenham resistido ao frio. A cidade de São Paulo registrou a menor temperatura média do ano, com 8ºC, segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

Um corpo foi encontrado na Rua General Jardim, na região Central. Outro na Av. do Rio Pequeno, na Zona Oeste.

Para o Padre Júlio Lancellotti, da Pastoral do Povo da Rua, a falta de marcas de violência indica que as mortes têm relação com o frio. “No IML nunca dizem que a causa da morte é hipotermia. Vão encontrar alguma outra patologia. Mas isso aconteceu justamente na madrugada mais fria do ano”, afirma.

O homem encontrado no Rio Pequeno foi identificado como Marciano da Silva Correia, de 34 anos. Ele era pai de 4 filhos. Segundo amigos, Marciano tinha problemas com álcool e sua mãe tentava convencê-lo a sair da rua. O outro homem com idade entre 22 e 24 anos ainda não foi identificado.

Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que 326 pessoas foram acolhidas, por meio da Coordenadoria de Pronto Atendimento Social (CPAS), na madrugada desta segunda. A pasta afirmou que oferece atendimento 24 horas para pessoas em situação de rua.

“Desde o dia 17 de maio a Prefeitura de São Paulo intensificou o atendimento à população em situação de rua da capital com o início do Plano de Contingência para Situações de Baixas Temperaturas – 2018. A ação segue até o dia 30 de setembro e será reforçada sempre que a temperatura atingir o patamar igual ou inferior a 13º, ou sensação térmica equivalente”, diz a nota.

Segundo a Prefeitura, dois abrigos emergenciais serão abertos, um na região central, com 100 vagas, e outro na Lapa, com 80 vagas. Essas vagas serão acrescentadas às outras mais de 14 mil já existentes nos Centros de Acolhimento.

Fonte: G1

No dia 27 de maio, um domingo, uma ação social no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo, ia oferecer serviços para pessoas em situação de rua e para seus cachorros. A ação, no entanto, está cancelada.

A ONG Moradores de Rua e Seus Cães realiza mensalmente a distribuição de café de manhã e kit de higiene para os humanos. Os bichos podem ganhar um banho, tomar vacinas, serem vermifugados e comer. Mas, pela primeira vez nos dois anos e meio em que existe a ação, a Prefeitura Regional da Sé negou sua autorização.

O e-mail com a negativa, a que o BuzzFeed News teve acesso, diz: “Informamos que devido a determinações por parte dos setores de assistência social da prefeitura, não são mais autorizadas atividades deste tipo em solo público, devendo as mesmas ocorrerem nos Centros Temporários de Acolhimento (CTAs)”.

Eduardo Leporo, o fotógrafo à frente da ONG, recebeu a notícia na quarta (16). E procurou saber o que tinha acontecido.

“Funcionários da prefeitura me disseram que essa é a nova política. Que o prefeito pediu que se proíba todo mundo de fazer esse serviço em espaço público. Convidaram a gente para fazer o evento dentro de CTAs, para que essas pessoas fossem obrigadas a passar pelo abrigo.”

Um dos motivos que leva pessoas em situação de rua a não procurar os abrigos é que muitas vezes seus cães têm de ficar do lado de fora, ou não podem entrar nos albergues.

A artesã Beatriz Silva, que dorme nas ruas do centro há 18 dos seus 25 anos, recebeu a notícia da proibição enquanto segurava no colo seu cão, Malhado, 11, que estava com medo do barulho do escapamento de uma moto.

“É muita ruindade isso. Tem que deixar ajudar o animal. O animal é melhor que o ser humano”, disse a artesã.

O BuzzFeed News questionou a Prefeitura Regional Sé sobre a proibição, mas não houve resposta até a publicação deste post.

Caso o órgão se manifeste, este post será editado com as respostas.

ATUALIZAÇÃO 18/5: Um dia após ser procurada pelo , a Prefeitura Regional da Sé afirmou em nota que apenas “sugeriu que o evento fosse realizado num dos CTAs, onde há canil e espaço apropriado para banho dos cães”. A proibição do evento foi suspensa.

Fonte: BuzzFeed News

Os CTA’s (Centros Temporários de Acolhimento), criados em 2017, são serviços destinados para pessoas que precisam de rápido acolhimento, eles servem de apoio aos demais centros de acolhida do município de São Paulo. Foram criadas mais de quatro mil vagas de acolhimento, divididos pelos principais bairros que mais demandam o serviço.

O objetivo é que essas pessoas consigam trabalho e possam se desenvolver rumo à autonomia e geração de renda, e nos CTA’s, os conviventes participam de capacitações para o programa Trabalho Novo, que prevê a inserção de pessoas em situação de rua no mercado de trabalho – mais de duas mil já estão trabalhando em grandes empresas como McDonald´s, Riachuelo, Restaurante Coco Bambu e muitas outras.

Os CTA’s têm a finalidade de assegurar atendimento e atividades direcionadas para o desenvolvimento de sociabilidades, na perspectiva de fortalecimento de vínculos que oportunizem a construção de novos projetos de vida.

CENTRO

CTA Prates I
O equipamento tem 206 vagas de acolhimento masculino distribuídos em funcionamento de 24h, 16h e pernoite.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), salas de atendimento, multiuso e convivência, bagageiro, banheiros, nove dormitórios com adaptação para pessoas com deficiência, refeitório, lavanderia, além de 10 baias de canil e quatro vagas para carroças.
Endereço: Rua Prates, 1101 – Bom Retiro.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Santa Cecília.

CTA Prates II
O equipamento tem 116 vagas de acolhimento masculino.
Ofertas: Alimentação (café, almoço, janta e ceia), salas de atendimento, convivência, bagageiro, banheiros, um dormitório com adaptação para pessoas com deficiência, refeitório e lavanderia.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua Prates, 1101 – Bom Retiro.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Santa Cecília.

CTA Prates III
O equipamento tem 240 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, bagageiro, banheiros, dois dormitórios com adaptação para pessoas com deficiência, refeitório e lavanderia, além de sala multiuso e quatro vagas para carroças.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua Prates, 1114 – Bom Retiro.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Santa Cecília.

CTA Anhangabaú
O equipamento tem 116 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, bagageiro, banheiros, refeitório, 11 dormitórios, sendo um para pessoas com deficiência, lavanderia e espaço para leitura.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Praça da Bandeira, 15 – Centro.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Bela Vista.

CTA Família
O equipamento tem 30 vagas de acolhimento para casal e filhos.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, banheiros, refeitório, 11 dormitórios, lavanderia, sala de convivência, além de canil para 12 cachorros e espaço para cinco carroças.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. 9 de Julho, 881.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Bela Vista.

CTA Liberdade
O equipamento tem 190 vagas de acolhimento e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, bagageiro, banheiros, refeitório, dormitório, sendo um para pessoas com deficiência, lavanderia e espaço para carroças.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Avenida Prefeito Passos, 198 – Liberdade.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Bela Vista.
NORTE

CTA Parque Novo Mundo
O equipamento tem 270 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, salas de atendimento, informática e de multiuso, um dormitório com adaptação para pessoas com deficiência, banheiros, depósito, refeitório, além de bagageiro e lavanderia.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Avenida Tenente Amaro Felicíssimo da Silveira, 1399.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS, SEAS e Centro POP Vila Maria.

CTA Santana
O equipamento tem 158 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, salas de informática e de atendimento, lavanderia, banheiros, um dormitório com adaptação para pessoas com deficiência, espaço de convivência, refeitório, além de quatro baias para canil e espaço para cinco carroças.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. Zacki Narchi, 153 – Carandiru
Encaminhamento: Pode procurar o SEAS e Centro POP Santana.

SUL

CTA Vila Mariana
O equipamento tem 100 vagas de acolhimento masculino e 20 feminino, além de outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, salas de atendimento e de multiuso, lavanderia, banheiros, um dormitório masculino e um feminino (ambos com adaptação para pessoas com deficiência), espaço de convivência, refeitório, bagageiro, além de espaço para duas carroças.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. José Maria Whitacker, 2000 – Planalto Paulista.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Vila Mariana.

CTA Santo Amaro
O equipamento tem 170 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, salas multiuso com computadores e de treinamento, lavanderia, banheiros, dois dormitórios com adaptação para pessoas com deficiência, espaço de convivência, refeitório, bagageiro, além de 25 baias para canil, espaço para quatro carroças e quadra de esporte.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. Miguel Yunes, 345 – Santo Amaro
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS, SEAS e Centro POP Santo Amaro.

LESTE

CTA Brás
O equipamento tem 102 vagas de acolhimento masculino e 62 feminino, além de outras 100 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço, lanche da tarde e janta), recepção, salas de atendimento e de multiuso com computadores, lavanderia, banheiros, dois dormitórios masculinos (um deles para pessoas com deficiência) e outros dois femininos (um deles para pessoas com deficiência), refeitório, bagageiro, além de espaço para cinco carroças, seis baias de canil e ambulatório.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. Alcântara Machado, 725/729 – Brás
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS, Centro POP Mooca.

CTA Raio de Luz
O equipamento tem 150 vagas de acolhimento masculino e outras 100 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, lavanderia, banheiros, nove dormitórios, refeitório, bagageiro, além espaço de convivência e biblioteca.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua da Mooca, 418.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Bela Vista.

CTA Aricanduva
O equipamento tem 150 vagas de acolhimento masculino e 88 feminino, além de outras 100 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, salas de atendimento, multiuso e informática, lavanderia, banheiros, um dormitório masculino e um feminino (ambos com adaptação para pessoas com deficiência), espaço de convivência, refeitório, bagageiro, além de espaço para quatro carroças, 23 baias de canil, sala de aula e biblioteca.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. Rio das Pedras, 2421 – Jardim Aricanduva.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Aricanduva.

CTA Mooca I
O equipamento tem o maior número de vagas até agora, sendo 440 masculinas para pernoite e outras 50 para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, bagageiro, banheiros, três dormitórios e um para pessoas com deficiência, depósito, refeitório, despensa e lavanderia, além de salas de repouso, multiuso, informática e treinamento.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua João Soares, 81 – Água Rasa.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS, Centro POP e SEAS da Mooca.

CTA São Mateus
O equipamento tem 182 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, bagageiro, sanitários, um dormitório com adaptação para pessoas com deficiência, sala de repouso, refeitório e lavanderia.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Av. Sapopemba, 13.483.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS São Mateus.

CTA Guaianases
O equipamento tem 120 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, bagageiro, sanitários, sala de repouso, dormitórios, refeitório e lavanderia.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua Copenhague, S/N ou Rua Capitão Pucci, 15.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Guaianases.
OESTE

CTA Butantã
O equipamento tem 127 vagas de acolhimento masculino e 61 feminino, além de outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, salas multiuso e informática, lavanderia, banheiros, um dormitório masculino e um feminino (ambos com adaptação para pessoas com deficiência), espaço de convivência, refeitório, bagageiro, além de 13 baias para canil e quadra de esporte.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua Telmo Coelho Filho, 210.
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Butantã.

CTA Brigadeiro Galvão
O equipamento tem 240 vagas de acolhimento masculino e outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, sala de informática, lavanderia, banheiros, dois dormitórios e um para pessoas com deficiência, duas salas multiuso, refeitório, bagageiro, além de sete baias para canil e biblioteca.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua Brigadeiro Galvão, 265 – Barra Funda
Encaminhamento: Pode procurar o CREAS e SEAS Sé, além do Centro POP Santa Cecília.

CTA Lapa
O equipamento tem 146 vagas de acolhimento masculino e 74 feminino, além de outras 50 vagas diurnas para atividades de convivência.
Ofertas: Alimentação (café, almoço e janta), recepção, atendimento, salas de informática e multiuso, lavanderia, banheiros, um dormitório feminino e um masculino (ambos com adaptação para pessoas com deficiência), espaço de convivência, refeitório, além de 10 baias para canil e quadra de futebol.
Funcionamento: 24h.
Endereço: Rua Capitão José Inácio do Rosário, 56 – Lapa.
Encaminhamento: Pode procurar o SEAS Lapa.

Todos os CTAs possuem ofertas de atendimento psicológico, escuta e atendimento social, trabalho socioeducativo e possibilidade de contato familiar.

Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo

O Di Alma já adquiriu as meias, luvas e gorros que serão distribuídas na Ação Inverno Di Rua graças as doações de vocês.

Agora precisamos de ajuda para comprar os alimentos que serão doados no dia 24.06.

Se quiser colaborar temos dois canais:

Caixa Econômica Federal (104)

Agência 0263

Operação 013

Conta 00020441-5

O objetivo da Hope é construir e manter um abrigo para animais que serão cuidados por pessoas em situação de rua que terão a oportunidade de um EMPREGO DIGNO.

Uma sólida campanha de adoção, além de capacitação e profissionalização dessas pessoas.

O abrigo será um lar temporário para animais abandonados e doentes, com o compromisso de encontrar moradias permanentes por meio de programas online inovadores e campanhas públicas.

Na página “animais resgatados” você consegue encontrar todos nossos animais que se encontram disponíveis para adoção. Para adotar, basta preencher nosso formulário com seus dados pessoais, para que possamos analisar o perfil.

Fonte: http://abrigohope.org/

Os cães são os melhores amigos do homem, mas o homem é o que do animal?
Alguns que tratam os animais como simples coisas, mas não podemos generalizar. Porém podemos dizer que os maus-tratos ficam mais evidentes a cada dia.

A Organização Mundial da Saúde estima que só no Brasil existam mais de 30 milhões de animais abandonados, entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. No interior, em cidades menores, a situação não é muito diferente. Em muitos casos o numero chega a 1/4 da população humana.

Combater o problema é fundamental, mais importante ainda é não deixar que ele aconteça.
Sabemos que todos precisam ter direito a vida e nós humanos com certeza somos minoria perante aos demais habitantes da Terra. Por isso devemos respeito!

Talvez o homem seja o único ser que invada o território do outro, que agrida sem ser ameaçado, que abandona sem ter motivo, que maltrata sem justificativa e que tem a capacidade de racionalidade, mas não usa.

 

Fonte: anda.jusbrasil.com.br
Fotos: Luna Andrade

Se você tem a chance de fazer o bem, então o faça